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No dia 30 de Março, a Indústria de 1ª Transformação, na presença das entidades competentes, reuniu para discutir temas tão actuais e importantes para a sua actividade industrial. |
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"O subsector, a economia portuguesa e seus apoios" |
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"O subsector, a economia portuguesa e seus apoios"
Os baixos níveis de capitais próprios das empresas, aliados à crise que o país atravessa, constituem entraves ao investimento no sentido de melhorarem a sua capacidade produtiva.
A falta de investimento leva, por sua vez, ao agravamento da situação financeira, pelo que está criado um ciclo vicioso que só pode ser vencido através de apoios comunitários. Considera-se indispensável melhorar o conhecimento destes mecanismos e sobretudo facilitar o acesso das empresas aos mesmos, agilizando processos e condições de acesso dos vários apoios disponíveis. |
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"A Floresta enquanto matéria-prima para a indústria" |
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"A Floresta enquanto matéria-prima para a indústria"
A crescente escassez de matéria-prima, quer em quantidade, quer em qualidade, são dificuldades com que as indústrias de 1.ª transformação se têm debatido. Nesse sentido, importa nestas jornadas definir linhas de actuação e estratégias concertadas para atacar as dificuldades que ameaçam o sector.
A arborização das áreas ardidas, utilizando plantas melhoradas, apostando no aumento da capacidade de produção com base na inovação e unir esforços para a continuidade dos projectos de investigação. Sustentabilidade é palavra-chave e factor essencial para o futuro do sector, sendo a certificação florestal nas matas nacionais e perímetros florestais imperativa e fundamental para a sobrevivência do sector. |
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"Os Incêndios Florestais: prevenção, segurança e combate" |
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"Os Incêndios Florestais: prevenção, segurança e combate"
Uma das causas da falta de matéria-prima, os incêndios florestais sob a perspectiva da prevenção, segurança e combate é um tema que importa trazer para debate entre os vários intervenientes do sector. O aumento do risco de incêndio das florestas, implica uma exposição dos investimentos a esses mesmos riscos tornando-os economicamente vulneráveis, sendo a gestão integrada em escala territorial bem dimensionada solução garantia para segurança da floresta e do investimento.
A prevenção é a primeira linha de defesa contra os incêndios em áreas florestais , de todos os danos e custos produzidos pelo fogo, incluindo os custos de combate, seriam evitados. A floresta tem sido ao longo dos últimos anos alvo de danos significativos quer em termos de áreas ardidas quer na destruição de espécies singulares.
Embora difícil de quantificar, as emissões de gases e partículas libertadas durante um incêndio, são responsáveis por vários impactos ambientais. Nestas jornadas, serão discutidos temas a serem impostos por lei, como:
• A diversidade das espécies vegetais;
• Arborização compartimentada ou em mosaico;
• Existência duma rede viária e divisional;
• Aceiros e a construção de pequenas barragens;
• Fontes de abastecimentos decisivas. |
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"O Nemátodo da Madeira de Pinho: manifesto, investigação e fundo de solidariedade europeu" |
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"O Nemátodo da Madeira de Pinho: manifesto, investigação e fundo de solidariedade europeu"
A publicação do Decreto-Lei 95/2011 de 8 de Agosto, veio implementar novas exigências à indústria da madeira, como o manifesto de abate, circulação e armazenamento de coníferas hospedeiras que são inexequíveis em para a especificidade da actividade de várias empresas.
Sem prejuízo no esclarecimento sobre a falha na contenção da praga do Nemátodo, identificou-se como urgente o desenvolvimento de projectos de investigação que deverão incidir prioritariamente no controlo do insecto vector e no desenvolvimento de clones resistentes.
O Fundo de Solidariedade Europeu tem como objectivo apoiar a indústria nos prejuízos causados pela praga do Nemátodo nomeadamente nos custos de tratamento fitossanitário por HT. Contudo, as verbas deste fundo tardam em chegar, enfrentando atualmente a indústria graves dificuldades, encontrando-se em grande desvantagem competitiva face à concorrência com o aumento dos custos de produção, o atraso no embarque de cargas causado, inevitavelmente, quebras de vendas e correndo as empresas um sério risco de terem que cessar actividade.
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